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O que o SEO pode fazer por você

18 de junho de 2010 ás 15:06
Muitos empresários buscam soluções corporativas das mais diversas formas para alavancar seus respectivos negócios. Mas, sem medo de errar, umas das grandes apostas ou certezas é o SEO, um conceito que como tudo que é novo começa a cair cada vez mais no senso-comum. Muita gente considera o SEO como o simples ato de colocar tags adequadas a um post ou encher o conteúdo de um blog ou site de uma palavra-chave que seja essencial para o negócio.
SEO não se faz do dia para a noite e mais, ninguém, pessoa ou empresa, tem o direito de garantir primeiro lugar ou, muitas vezes, primeira página a um cliente. Isso só quem pode garantir é um trabalho de pesquisa de palavras-chave adequadas, otimização do site do cliente, conteúdo específico para as palavras-chave escolhidas, ter um site rápido, fácil de navegar, link building e muitos, mas muitos mesmo, outros fatores que o Google impõe. Portanto não é um trabalho fácil aparecer entre os primeiros, quem dirá então garantir estar entre os primeiros.

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Creative Commons License photo credit: Igor ™

Muitos empresários buscam soluções corporativas das mais diversas formas para alavancar seus respectivos negócios. Mas, sem medo de errar, umas das grandes apostas ou certezas é o SEO, um conceito que como tudo que é novo começa a cair cada vez mais no senso-comum. Muita gente considera o SEO como o simples ato de colocar tags adequadas a um post ou encher o conteúdo de um blog ou site de uma palavra-chave que seja essencial para o negócio.

SEO não se faz do dia para a noite e mais, ninguém, pessoa ou empresa, tem o direito de garantir primeiro lugar ou, muitas vezes, primeira página a um cliente. Isso só quem pode garantir é um trabalho de pesquisa de palavras-chave adequadas, otimização do site do cliente, conteúdo específico para as palavras-chave escolhidas, ter um site rápido, fácil de navegar, link building e muitos, mas muitos mesmo, outros fatores que o Google impõem. Portanto não é um trabalho fácil aparecer entre os primeiros, quem dirá então garantir estar entre os primeiros.

A dica é não se impressionar quando alguém disser que existe um jeito de ficar entre os melhores na busca do Google ou de qualquer outro buscador, existem sim formas de estar lá, mas não pague por promessas, pague por um trabalho sério. Para saber se um profissional é sério e entende do negócio questione como qual é o método de trabalho dele e quais as credenciais dele, como trabalhos anteriores. Mas não esqueça que tem muita gente boa nessa área que trabalha apenas como Freela, aí a questão é ter o bom-senso de ouvir o que ele tem a dizer e como ele procura chegar a tais resultados. Depois é dar as condições necessárias para o desenvolvimento de um bom trabalho.

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Faça algo na internet, mas pense antes de fazer

27 de maio de 2010 ás 10:05

Não caia

Se você que lê este post está desempregado e já cansou de mandar curriculum e fazer cadastros via internet, saiba que a vida, ah!! A vida é uma caixinha de surpresas. Pois tem gente que usa a internet para fazer justamente o contrário, ou seja, para perder o emprego. E não são raros os casos, muita gente acha que a internet é um oratório onde pode derramar todas as mágoas, raivas e paixões.

Imagine se você é contratado por uma empresa que irá te pagar super bem e te dá uma vontade de correr para a frente do PC e twittar a seguinte frase: “Cisco just offered me a job! Now I have to weigh the utility of a fatty paycheck against the daily commute to San Jose and hating the work.” Algo como: “A Cisco (empresa americana do ramo de internet) me ofereceu um emprego! Agora tenho que pesar o fato de receber um salário gordo contra a jornada diária da San Jose e odiar o trabalho”. Pois então, isso foi feito por Conner Andrew Ring, que não ficou sem resposta e, além disso, ficou sem o emprego: “timmylevad: @theconnor Who is the hiring manager. I’m sure they would love to know that you will hate the work. We here at Cisco are versed in the web”, ou “Temos certeza de que os gerentes de contratação vão adorar saber que você vai odiar o emprego. Nós aqui na Cisco entendemos de internet”. Como diria um amigo meu: “Turum tsss”.

E o que dizer do Alex Glikas, diretor da Locaweb que perdeu o emprego após chamar o time do São Paulo de “Bambis”, após a derrota para o Corinthians na semifinal do Campeonato Paulista, pelo Twitter.

Portanto quando pensar em mandar seu chefe abrir uma cova e semear sementes de tubérculos o faça de outra forma que não na internet. Use-a para coisas que imagine que irão acrescentar algo de positivo em algum setor da sua vida, seja pessoal ou profissional. Pegue como exemplo esses cara que construiram um protótipo de carro humano e que, se não ganharam um emprego, pelo menos ganharam destaque na internet:

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Twitter pede água pro banco de dados

25 de fevereiro de 2010 ás 18:02

Mas que Cassandra! Quantas twitadas você já deu? Mil? Duas mil? Dez mil? Bah… isso não é nada para um sistema de banco de dados parrudo processar em alguns segundos.

Imaginem agora que o Twitter recebe cerca de 50 milhões de tweets por dia. Bom… aí o papo já muda.

De fato, de aplicações web ninguém tem dó, e é por isso que o Twitter está buscando novas tecnologias de armazenamento de dados e abandonando o MySQL, que é a mesma tecnologia usada para armazenar este post aqui.

O MySQL é ótimo, duvidado por muitos, mas ótimo. É rápido, eficiente, estável e compacto… só que sua escalabilidade (capacidade de crescer rapidamente utilizando múltiplos servidores, por exemplo) não é das melhores que já foram inventadas.

twitter dead Twitter pede água pro banco de dados

Aí os caras do Facebook desenvolveram um negócio chamado Cassandra, que funciona em Java – que por sua vez é mais baixo nível, conversa melhor com o computador e por isso fica mais leve. Os caras do Twitter gostaram desta tecnologia e agora estão vendo de migrar tudo, o que vai dar um bocado de trabalho mas vai fazer a empresa crescer com mais conforto e economizar muito em infra-estrutura.

O Cassandra é NoSQL (não segue o padrão SQL de requisição), e faz parte de uma nova geração de bancos de dados que funcionam de maneira diferente e criados devido ao crescimento ignorante de armazenamento de dados que a web 2.0 exige.

Fonte: BR-Linux.

1 Comentário

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Diferenças entre o Internet Explorer 6 e qualquer outro navegador normal

24 de fevereiro de 2010 ás 13:02

Esta imagem mostra muito bem o dilema de qualquer diagramador de CSS:

4365152223 a026981156 b Diferenças entre o Internet Explorer 6 e qualquer outro navegador normal

Pixels extras que surgem do além nas margens, ausência de transparência, falta de suporte à atributos básicos como margem mínima ou negativa… vixe maria! É duro…

Mesmo que consideremos que ninguém mais usa IE6 – ou os tais dos 10% da internet – temos essa horrível herança do Windows XP que aconteceu quando uma empresa negligenciou padrões abertos dos próprios criadores da web e deu um truque sujo no mercado, aproveitando a sua hegemonia para tentar cortar a concorrência.

Felizmente não foi o que aconteceu. Outros navegadores conseguiram se antepor e provar que vale a pena seguir os padrões. Com eles a navegação fica mais rápida, segura, simples e ética. Nada melhor que a prática para mostrar isso.

Daí não teve outro jeito, a tal empresa grandona e malvadona teve que adotar alguns – mas não todos – padrões para o Internet Explorer 7, o que já é “bonzinho”, mas ao nosso ver, ainda muito amador.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Brasil é campeão no lixo eletrônico

23 de fevereiro de 2010 ás 20:02

O gráfico abaixo é uma péssima notícia e uma baita de uma contramão no setor de tecnologia brasileiro. Enquanto vemos muita inovação, novidadeiras e dispositivos cada vez mas poderosos, temos também um dos maiores índices de geração per capta de lixo eletrônico do mundo, e o maior entre os países emergentes.

lixo Brasil é campeão no lixo eletrônico

Este dado pode ser encarada como melhoria do consumo, de condição de vida e acesso à tecnologia pelo brasileiro, mas a que preço temos este progresso? Para onde vai tudo isso?

Computadores, celulares e impressoras são saladas químicas com uma diversidade muito grande de produtos tóxicos à nós, aos animais, e a todo o resto do ambiente. Se não podemos organizar uma indústria para tirar proveito do mercado de reciclagem de computadores – que diga-se de passagem, é muito rentável – estamos no caminho certo do desenvolvimento tecnológico?

Repensar a internet como meio de diminuir o lixo tecnológico também é nosso papel. Codificar aplicativos mais rápidos e instituir práticas de uso mais eficazes e duradouras ajudarão a aumentar a vida útil dos computadores. Uma vez que uma parcela maior do que uma pessoa precisa é servido pela internet, bastarão sistemas operacionais mais leves para dar conta do recado.

Tudo isso, obviamente, não exclui a principal mudança que devemos sofrer: a de consciência enquanto consumidores.

Referência: Estadão – Brasil é o campeão do lixo eletrônico entre emergentes

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


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