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Twitter pede água pro banco de dados

25 de fevereiro de 2010 ás 18:02

Mas que Cassandra! Quantas twitadas você já deu? Mil? Duas mil? Dez mil? Bah… isso não é nada para um sistema de banco de dados parrudo processar em alguns segundos.

Imaginem agora que o Twitter recebe cerca de 50 milhões de tweets por dia. Bom… aí o papo já muda.

De fato, de aplicações web ninguém tem dó, e é por isso que o Twitter está buscando novas tecnologias de armazenamento de dados e abandonando o MySQL, que é a mesma tecnologia usada para armazenar este post aqui.

O MySQL é ótimo, duvidado por muitos, mas ótimo. É rápido, eficiente, estável e compacto… só que sua escalabilidade (capacidade de crescer rapidamente utilizando múltiplos servidores, por exemplo) não é das melhores que já foram inventadas.

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Aí os caras do Facebook desenvolveram um negócio chamado Cassandra, que funciona em Java – que por sua vez é mais baixo nível, conversa melhor com o computador e por isso fica mais leve. Os caras do Twitter gostaram desta tecnologia e agora estão vendo de migrar tudo, o que vai dar um bocado de trabalho mas vai fazer a empresa crescer com mais conforto e economizar muito em infra-estrutura.

O Cassandra é NoSQL (não segue o padrão SQL de requisição), e faz parte de uma nova geração de bancos de dados que funcionam de maneira diferente e criados devido ao crescimento ignorante de armazenamento de dados que a web 2.0 exige.

Fonte: BR-Linux.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Diferenças entre o Internet Explorer 6 e qualquer outro navegador normal

24 de fevereiro de 2010 ás 13:02

Esta imagem mostra muito bem o dilema de qualquer diagramador de CSS:

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Pixels extras que surgem do além nas margens, ausência de transparência, falta de suporte à atributos básicos como margem mínima ou negativa… vixe maria! É duro…

Mesmo que consideremos que ninguém mais usa IE6 – ou os tais dos 10% da internet – temos essa horrível herança do Windows XP que aconteceu quando uma empresa negligenciou padrões abertos dos próprios criadores da web e deu um truque sujo no mercado, aproveitando a sua hegemonia para tentar cortar a concorrência.

Felizmente não foi o que aconteceu. Outros navegadores conseguiram se antepor e provar que vale a pena seguir os padrões. Com eles a navegação fica mais rápida, segura, simples e ética. Nada melhor que a prática para mostrar isso.

Daí não teve outro jeito, a tal empresa grandona e malvadona teve que adotar alguns – mas não todos – padrões para o Internet Explorer 7, o que já é “bonzinho”, mas ao nosso ver, ainda muito amador.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Brasil é campeão no lixo eletrônico

23 de fevereiro de 2010 ás 20:02

O gráfico abaixo é uma péssima notícia e uma baita de uma contramão no setor de tecnologia brasileiro. Enquanto vemos muita inovação, novidadeiras e dispositivos cada vez mas poderosos, temos também um dos maiores índices de geração per capta de lixo eletrônico do mundo, e o maior entre os países emergentes.

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Este dado pode ser encarada como melhoria do consumo, de condição de vida e acesso à tecnologia pelo brasileiro, mas a que preço temos este progresso? Para onde vai tudo isso?

Computadores, celulares e impressoras são saladas químicas com uma diversidade muito grande de produtos tóxicos à nós, aos animais, e a todo o resto do ambiente. Se não podemos organizar uma indústria para tirar proveito do mercado de reciclagem de computadores – que diga-se de passagem, é muito rentável – estamos no caminho certo do desenvolvimento tecnológico?

Repensar a internet como meio de diminuir o lixo tecnológico também é nosso papel. Codificar aplicativos mais rápidos e instituir práticas de uso mais eficazes e duradouras ajudarão a aumentar a vida útil dos computadores. Uma vez que uma parcela maior do que uma pessoa precisa é servido pela internet, bastarão sistemas operacionais mais leves para dar conta do recado.

Tudo isso, obviamente, não exclui a principal mudança que devemos sofrer: a de consciência enquanto consumidores.

Referência: Estadão – Brasil é o campeão do lixo eletrônico entre emergentes

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Twitter loves open source

20 de fevereiro de 2010 ás 10:02

Foi lançada esta semana a página de projetos opensource do Twitter entitulada “Twitter loves opensource”.

Eu não diria que o Twitter só ama, mas sim depende de software livre. Todas aquelas bibliotecas e otimização de banda para fazer com que mais de 100.000 pessoas possam visualizar um único tweet não é coisa trivial feita por qualquer equipe de desenvolvedores.

Twitter-Customer-Service-SoftwareE é esta a situação da web e muitos outros setores de TI hoje. Além de ser uma garantia quanto à segurança e contratação de desenvolvedores – pois é muito mais fácil encontrar desenvolvedores familiarizados com um projeto quando ele é livre – há uma implícita distribuição de horas entre as empresas, o que faz com que os projetos não saiam absolutamente caros para todo mundo.

Casos apresentados pelo Google, Mozilla, Twitter e tantos outros mostram a força do modelo e redesenham a web, abandonando aquela velha imagem retrógrada de sites quadrados acessados somente no Internet Explorer.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Batata Quente

13 de maio de 2008 ás 20:05

Após o advento da web 2.0, a posse da imagem passou apressadamente da empresa para as mãos do consumidor, como na brincadeira “batata quente”. Mas o caso é sério e dita o novo modo com que as agências de propaganda devem estabelecer contato com o público: mais direto e transparente.

A imagem nas mãos do consumidor.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


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