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Twitter pede água pro banco de dados

25 de fevereiro de 2010 ás 18:02

Mas que Cassandra! Quantas twitadas você já deu? Mil? Duas mil? Dez mil? Bah… isso não é nada para um sistema de banco de dados parrudo processar em alguns segundos.

Imaginem agora que o Twitter recebe cerca de 50 milhões de tweets por dia. Bom… aí o papo já muda.

De fato, de aplicações web ninguém tem dó, e é por isso que o Twitter está buscando novas tecnologias de armazenamento de dados e abandonando o MySQL, que é a mesma tecnologia usada para armazenar este post aqui.

O MySQL é ótimo, duvidado por muitos, mas ótimo. É rápido, eficiente, estável e compacto… só que sua escalabilidade (capacidade de crescer rapidamente utilizando múltiplos servidores, por exemplo) não é das melhores que já foram inventadas.

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Aí os caras do Facebook desenvolveram um negócio chamado Cassandra, que funciona em Java – que por sua vez é mais baixo nível, conversa melhor com o computador e por isso fica mais leve. Os caras do Twitter gostaram desta tecnologia e agora estão vendo de migrar tudo, o que vai dar um bocado de trabalho mas vai fazer a empresa crescer com mais conforto e economizar muito em infra-estrutura.

O Cassandra é NoSQL (não segue o padrão SQL de requisição), e faz parte de uma nova geração de bancos de dados que funcionam de maneira diferente e criados devido ao crescimento ignorante de armazenamento de dados que a web 2.0 exige.

Fonte: BR-Linux.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Twitter loves open source

20 de fevereiro de 2010 ás 10:02

Foi lançada esta semana a página de projetos opensource do Twitter entitulada “Twitter loves opensource”.

Eu não diria que o Twitter só ama, mas sim depende de software livre. Todas aquelas bibliotecas e otimização de banda para fazer com que mais de 100.000 pessoas possam visualizar um único tweet não é coisa trivial feita por qualquer equipe de desenvolvedores.

Twitter-Customer-Service-SoftwareE é esta a situação da web e muitos outros setores de TI hoje. Além de ser uma garantia quanto à segurança e contratação de desenvolvedores – pois é muito mais fácil encontrar desenvolvedores familiarizados com um projeto quando ele é livre – há uma implícita distribuição de horas entre as empresas, o que faz com que os projetos não saiam absolutamente caros para todo mundo.

Casos apresentados pelo Google, Mozilla, Twitter e tantos outros mostram a força do modelo e redesenham a web, abandonando aquela velha imagem retrógrada de sites quadrados acessados somente no Internet Explorer.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Avatar sem o Linux não seria Avatar

16 de fevereiro de 2010 ás 02:02
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Estrutura de datacenter da Weta Digital, empresa que renderizou Avatar usando Linux

Weta Digital, companhia responsável pelos efeitos especiais do filme “Avatar”, revelou alguns detalhes sobre os centros de dados que foram usados pela produção, que usou o Ubuntu como sistema operacional. Isso muito se deve ao fato de um sistema operacional GNU/Linux ser um sistema de alto rendimento quando dedicado a uma tarefa específica.

Segundo Paul Gunn, responsável pelos efeitos visuais do filme Avatar, a infraestrutura do centro de dados que tinha para implementar a Weta Digital para esta produção foi impressionante. Com uma matriz de armazenamento de até 2 Petabytes, uma conectividade de rede de 10 Gbps, teve mais de 4.000 computadores HP Blade, com cerca de 35.000 núcleos de processamento dentro do centro de dados e 104 tBytes de RAM no total, que ainda levou 48 horas para processar algumas seqüências de gráficos do filme.

O Ubuntu foi o sistema operacional de todo este desenvolvimento, e foi instalado em todos os nódulos de renderização e 90% dos PCs de mesa da Weta Digital. E isto permitiu gerar um filme em que cada minuto ocupa nada menos que 17,28 Gbytes de dados.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


The Fun Theory

11 de fevereiro de 2010 ás 10:02

Já que citamos a máquina da felicidade feita pela Coca-cola, vamos voltar a falar de máquinas. Esta, além de divertir, ainda possui uma importância significativa, pois tem um apelo pró meio ambiente. Os vídeos fazem parte da campanha da Volkswagen chamada “The Fun Theory” ou  Teoria da diversão. São três virais que incentivam a economia de energia elétrica e a jogar o lixo no lixo. Tudo isso, misturando a conscientização com diversão.

O primeiro viral produzido foi de um “jogo” semelhante a um fliperama, onde a diversão é jogar garrafas plásticas nos buracos com o objetivo de marcar pontos.

No segundo viral, as pessoas são motivadas a deixa a preguiça de lado para subir escadas comuns, ao invés de sempre usarem a rolante. A escadaria de um metrô foi transformada em teclas de um piano. A diversão é tanta, que as pessoas abandonaram a escada rolante para tocar o piano com os pés. Quem não quer ouvir o que seus passos podem tocar?

O terceiro viral produzido pela Volks chega a ser semelhante com o primeiro, já que a diversão é jogar lixo no cesto. Em uma lata, há um sensor que dispara um som semelhante a algo caindo no lixo. A diferença, porém, é que o som faz a pessoas acreditarem que a profundidade da lixeira é de 6m. Com a lixeira sem fim, a diversão é garantida.

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Centro Europeu de cara nova

07 de abril de 2009 ás 21:04

O Centro Europeu é referência no ensino de profissões e idiomas. A escola possui como características a qualidade nos produtos e serviços e o cuidado com os detalhes, que vão desde o atendimento interno até a arquitetura das sedes.

Quando o Centro Europeu nos convidou para desenvolver seu website, sabíamos que o desafio seria grande, pois teríamos que transpor para web todas os ponto positivos da empresa.

Nos motivamos com o desafio e recentemente, com muito orgulho, publicamos o novo site. Esse projeto conta com tecnologias e conceitos modernos e foi desenvolvido inteiramente apoiado nos conceitos de interatividade.

Clique na imagem e confira o projeto.

Novo site do Centro EuropeuNovo site do Centro Europeu

Novo site do Centro Europeu

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Luis Justus
Diretor de Atendimento


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