Software Livre

15 anos do PHP

10 de junho de 2010 ás 11:06
Há quinze anos, no dia 08 de junho de 1995, Rasmus Lerdorf lançava o PHP com um post para a comp.infosystems.www.authoring.cgi. Ele anunciou a versão 1.0 da sua “Personal Home Page Tools”, software que foi originalmente planejado para websites. Como Lerdorf disponibilizou as ferramentas em código-fonte aberto (originalmente sob o GPL, desde a versão 4.0 sob a licença PHP) o software PHP, escrito em C, angariou grande audiência desde o inicio.
O maior avanço do PHP veio com a chegada da versão 3.0, que foi lançada em 06 de junho de 1998. Com esta versão, o desenvolvimento PHP tornou-se a tarefa de não apenas um, mas vários desenvolvedores. Zeev Suraski e Andi Gutmans, os fundadores da Zend Technologies, tinham reescrito o código base para esta versão para torná-lo ainda mais rápido.
Resumindo toda a história, finalmente o desenvolvimento do PHP 6.0 é um assunto muito comentado nos últimos dois anos. A previsão é que ele ofereça suporte total a unicode, que permite até mesmo textos em outras línguas como o mandarim. No entanto, os desenvolvedores têm repetidamente se deparado com dificuldades, o que tem provocado várias discussões relacionadas com “remigrate” para a versão 5.3. Uma delas é sobre oque a versão 6 vai oferecer e se a versão unicode “será deixada em aberto pelos desenvolvedores.

php 300x157 15 anos do PHP

Por ser uma de suas tecnologias base, a PontoCom acompanha de perto a evolução da linguagem PHP, assim como de outras ferramentas de código aberto. Seus desenvolvedores estão sempre atuantes no cenário opensource, participando de listas de discussão, fóruns e do desenvolvimento destas ferramentas.

Há quinze anos, no dia 08 de junho de 1995, Rasmus Lerdorf escreveu um post anunciando a versão 1.0 do PHP, ainda na época definido como “Personal Home Page Tools”, e voltado somente para websites. Como foi disponibilizado em código-fonte aberto e escrito em C – uma linguagem popular, teve uma boa aceitação desde o início.

O maior avanço do PHP veio com a chegada da versão 3.0, que foi lançada em 06 de junho de 1998. Com esta versão o desenvolvimento da lingaugem tornou-se a tarefa de não apenas um, mas vários desenvolvedores. Zeev Suraski e Andi Gutmans, os fundadores da Zend Technologies, tinham reescrito o código base para esta versão a fim de torná-lo ainda mais rápido.

O desenvolvimento do PHP 6 tem sido um assunto muito comentado, e uma das principais evoluções é o oferecimento de suporte total a unicode, que permite até mesmo textos em outras línguas como o mandarim. A maior dificuldade continua sendo a migração de aplicações, e fazer com que softwares escritos nas versões atuais sejam compatíveis com as próximas versões.

Deixamos aqui o nosso agradecimento e admiração por todos os envolvidos no desenvolvimento desta linguagem, pois reconhecemos a grande importância dela para o mercado de tecnologia web.

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Linux: Origens

02 de junho de 2010 ás 10:06

O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux,o finlandês Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte que tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Mas isso fica a cargo da história.

Linus Torvalds ao desenvolver o Linux não tinha o objetivo de ganhar dinheiro, mas sim fazer um sistema que atendesse as suas necessidades. Foi adotado o estilo de desenvolvimento de ajuda coletiva, isso quer dizer, que ele coordenaria os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema criado por ele. Assim milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, com o intuito de fazer um sistema operacional mais livre.

Para entender um pouco melhor as origens desse sistema operacional, veja o vídeo abaixo:

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30% de leitores pagariam por conteúdo online

20 de março de 2010 ás 15:03

Quem diria!? Eu mesmo apostaria no máximo em uns 2%, mas aí está.

Segundo a Nielsen, cerca de 1/3 dos entrevistados em 52 países afirmaram que, de fato, considerariam pagar para ter acesso aos sites dos principais jornais. Mas também há grande rejeição: cerca de 58% afirmaram ser contrários à medida.

O assunto possui então alguns pólos. Ao mesmo tempo que muita gente não pagaria para ler coisas na web, outra grande parcela pagaria se considerasse o conteúdo apropriado, o que de certa forma é uma surpresa visto que cada vez mais temos mais e mais informação disponível gratuitamente sobre qualquer coisa pela internet.

Ontem mesmo dei uma resposta para um amigo meu que queria fazer curso de Linux: “Mas a documentação é de graça na internet!”. É… para quem acaba se envolvendo com software livre e adquirindo a cultura da comunidade fica meio difícil começar a pagar por informação.

Fonte: BR-Linux

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Twitter pede água pro banco de dados

25 de fevereiro de 2010 ás 18:02

Mas que Cassandra! Quantas twitadas você já deu? Mil? Duas mil? Dez mil? Bah… isso não é nada para um sistema de banco de dados parrudo processar em alguns segundos.

Imaginem agora que o Twitter recebe cerca de 50 milhões de tweets por dia. Bom… aí o papo já muda.

De fato, de aplicações web ninguém tem dó, e é por isso que o Twitter está buscando novas tecnologias de armazenamento de dados e abandonando o MySQL, que é a mesma tecnologia usada para armazenar este post aqui.

O MySQL é ótimo, duvidado por muitos, mas ótimo. É rápido, eficiente, estável e compacto… só que sua escalabilidade (capacidade de crescer rapidamente utilizando múltiplos servidores, por exemplo) não é das melhores que já foram inventadas.

twitter dead Twitter pede água pro banco de dados

Aí os caras do Facebook desenvolveram um negócio chamado Cassandra, que funciona em Java – que por sua vez é mais baixo nível, conversa melhor com o computador e por isso fica mais leve. Os caras do Twitter gostaram desta tecnologia e agora estão vendo de migrar tudo, o que vai dar um bocado de trabalho mas vai fazer a empresa crescer com mais conforto e economizar muito em infra-estrutura.

O Cassandra é NoSQL (não segue o padrão SQL de requisição), e faz parte de uma nova geração de bancos de dados que funcionam de maneira diferente e criados devido ao crescimento ignorante de armazenamento de dados que a web 2.0 exige.

Fonte: BR-Linux.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Diferenças entre o Internet Explorer 6 e qualquer outro navegador normal

24 de fevereiro de 2010 ás 13:02

Esta imagem mostra muito bem o dilema de qualquer diagramador de CSS:

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Pixels extras que surgem do além nas margens, ausência de transparência, falta de suporte à atributos básicos como margem mínima ou negativa… vixe maria! É duro…

Mesmo que consideremos que ninguém mais usa IE6 – ou os tais dos 10% da internet – temos essa horrível herança do Windows XP que aconteceu quando uma empresa negligenciou padrões abertos dos próprios criadores da web e deu um truque sujo no mercado, aproveitando a sua hegemonia para tentar cortar a concorrência.

Felizmente não foi o que aconteceu. Outros navegadores conseguiram se antepor e provar que vale a pena seguir os padrões. Com eles a navegação fica mais rápida, segura, simples e ética. Nada melhor que a prática para mostrar isso.

Daí não teve outro jeito, a tal empresa grandona e malvadona teve que adotar alguns – mas não todos – padrões para o Internet Explorer 7, o que já é “bonzinho”, mas ao nosso ver, ainda muito amador.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


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