Tendências

Apple anuncia plataforma de publicidade para o iPhone

09 de junho de 2010 ás 11:06

A Apple anunciou o lançamento de sua rede de publicidade móvel iAD para o iPhone e iPod touch, que trabalham com a plataforma IOS 4.

A plataforma iAD, que é desenvolvida pela SOI 4, permitirá que os usuários continuem a utilizar a sua aplicação durante a exibição de publicidade, mesmo enquanto assiste a um vídeo, joga ou compra e descarrega conteúdo do iTunes.
Os desenvolvedores que queiram aderir à rede podem facilmente incorporar uma variedade de formatos em suas aplicações. A Apple irá vender e fornecer, e os desenvolvedores receberão 60% dos acessos da rede iAD (por pauta publicitária), os quais serão pagos via iTunes Connect.

Plataforma publicidade Apple

O iAD combina a emoção da publicidade televisiva com a interatividade da publicidade on line, oferecendo aos anunciantes uma forma mais dinâmica e poderosa de levar mobilidade e emoção a usuários de dispositivos móveis. Para lançamento de suas primeiras campanhas o iAD incluiu marcas mundialmente reconhecidas, como a AT&T, Chanel, Citi, DirecTV, GE, Nissan, Target, Turner Broadcasting System, Unilever e os estúdios Walt Disney.

A Apple teve faturamento total de US$ 60 bilhões, o que representa quase 50% dos gastos totais de publicidade em plataformas móveis nos Estados Unidos previstos para o segundo semestre de 2010. A plataforma iAD, que é desenvolvida pela SOI 4, permitirá que os usuários continuem a utilizar a sua aplicação durante a exibição de publicidade, mesmo enquanto assiste a um vídeo, joga ou compra e descarrega conteúdo do iTunes.

Os desenvolvedores que queiram aderir à rede podem facilmente incorporar uma variedade de formatos em suas aplicações. A Apple irá vender e fornecer, e os desenvolvedores receberão 60% dos acessos da rede iAD (por pauta publicitária), os quais serão pagos via iTunes Connect.

Fonte: www.diarioti.com

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Facebook colabora com o Linux para melhorar sua performance

30 de abril de 2010 ás 18:04

mysql Facebook colabora com o Linux para melhorar sua performance

O Facebook lançou um módulo para o kernel Linux, chamado Flashcache, já usado por lá para acelerar o MySQL fazendo cache dos dados em discos SSD. O código está disponível no Github, e só foi testado nos kernels 2.6.18 e 2.6.20. Embora tenha sido feito para usar no cache do InnoDB/MySQL, ele foi projetado como um cache genérico, como você pode ver no anúncio de disponibilização.

Fonte: BR-Linux

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


30% de leitores pagariam por conteúdo online

20 de março de 2010 ás 15:03

Quem diria!? Eu mesmo apostaria no máximo em uns 2%, mas aí está.

Segundo a Nielsen, cerca de 1/3 dos entrevistados em 52 países afirmaram que, de fato, considerariam pagar para ter acesso aos sites dos principais jornais. Mas também há grande rejeição: cerca de 58% afirmaram ser contrários à medida.

O assunto possui então alguns pólos. Ao mesmo tempo que muita gente não pagaria para ler coisas na web, outra grande parcela pagaria se considerasse o conteúdo apropriado, o que de certa forma é uma surpresa visto que cada vez mais temos mais e mais informação disponível gratuitamente sobre qualquer coisa pela internet.

Ontem mesmo dei uma resposta para um amigo meu que queria fazer curso de Linux: “Mas a documentação é de graça na internet!”. É… para quem acaba se envolvendo com software livre e adquirindo a cultura da comunidade fica meio difícil começar a pagar por informação.

Fonte: BR-Linux

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Diferenças entre o Internet Explorer 6 e qualquer outro navegador normal

24 de fevereiro de 2010 ás 13:02

Esta imagem mostra muito bem o dilema de qualquer diagramador de CSS:

4365152223 a026981156 b Diferenças entre o Internet Explorer 6 e qualquer outro navegador normal

Pixels extras que surgem do além nas margens, ausência de transparência, falta de suporte à atributos básicos como margem mínima ou negativa… vixe maria! É duro…

Mesmo que consideremos que ninguém mais usa IE6 – ou os tais dos 10% da internet – temos essa horrível herança do Windows XP que aconteceu quando uma empresa negligenciou padrões abertos dos próprios criadores da web e deu um truque sujo no mercado, aproveitando a sua hegemonia para tentar cortar a concorrência.

Felizmente não foi o que aconteceu. Outros navegadores conseguiram se antepor e provar que vale a pena seguir os padrões. Com eles a navegação fica mais rápida, segura, simples e ética. Nada melhor que a prática para mostrar isso.

Daí não teve outro jeito, a tal empresa grandona e malvadona teve que adotar alguns – mas não todos – padrões para o Internet Explorer 7, o que já é “bonzinho”, mas ao nosso ver, ainda muito amador.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Brasil é campeão no lixo eletrônico

23 de fevereiro de 2010 ás 20:02

O gráfico abaixo é uma péssima notícia e uma baita de uma contramão no setor de tecnologia brasileiro. Enquanto vemos muita inovação, novidadeiras e dispositivos cada vez mas poderosos, temos também um dos maiores índices de geração per capta de lixo eletrônico do mundo, e o maior entre os países emergentes.

lixo Brasil é campeão no lixo eletrônico

Este dado pode ser encarada como melhoria do consumo, de condição de vida e acesso à tecnologia pelo brasileiro, mas a que preço temos este progresso? Para onde vai tudo isso?

Computadores, celulares e impressoras são saladas químicas com uma diversidade muito grande de produtos tóxicos à nós, aos animais, e a todo o resto do ambiente. Se não podemos organizar uma indústria para tirar proveito do mercado de reciclagem de computadores – que diga-se de passagem, é muito rentável – estamos no caminho certo do desenvolvimento tecnológico?

Repensar a internet como meio de diminuir o lixo tecnológico também é nosso papel. Codificar aplicativos mais rápidos e instituir práticas de uso mais eficazes e duradouras ajudarão a aumentar a vida útil dos computadores. Uma vez que uma parcela maior do que uma pessoa precisa é servido pela internet, bastarão sistemas operacionais mais leves para dar conta do recado.

Tudo isso, obviamente, não exclui a principal mudança que devemos sofrer: a de consciência enquanto consumidores.

Referência: Estadão – Brasil é o campeão do lixo eletrônico entre emergentes

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


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