Por Luis Fernando Justus
Dia 28 de novembro assisti ao show da cantora Zélia Duncan.
Confesso que somente comecei a prestar atenção na cantora após ela assumir o vocal principal dos Mutantes. O trabalho dela é magnífico. Transita com total desenvoltura da energia do Rock até a sutileza da MPB, sempre com interpretações vigorosas, cheias de personalidade.
Quando voltei do show, ainda muito empolgado, percebi que nada sabia a respeito dos discos já gravados pela Zélia. Fui pesquisar na web e encontrei no site oficial todas as informações referentes a carreira, inclusive a discografia.
Li que atualmente ela está trabalhando seus CDs com sua própria gravadora e, inclusive, essa gravadora gerencia os CDs de outros artistas.
Com 17 minutos de duração, “Logorama” é um curta no estilo dos filmes de ação hollywoodianos, com perseguições, tiros, e os arquétipos de mocinhos, bandidos e alívios cômicos.
A diferença é que no lugar de pessoas, os personagens são logos. Marcas que vão do Ronald McDonald ao Post-It, do homem Michelin a Xerox. Tanto mascotes como os logos formam cenários e protagonistas da história, totalizando mais de duas mil marcas presentes no filme.
A criação é do trio francês H5, que ganhou prêmio de Melhor Curta no Cannes Film Festival recentemente. O filme agora circula por festivais de curtas e animação de diversas cidades, além de ter sua exibição programada na emissora francesa Canal + em 23 de outubro.
O curta Logorama foi indicado ao Oscar 2010. Com 17 minutos de duração, o curta bebe na fonte dos filmes de ação hollywoodianos, com perseguições, tiros, e os arquétipos de mocinhos, bandidos e alívios cômicos.
A diferença é que no lugar de pessoas, os personagens são logos. Sim, logos e personagens do mundo publicitário que vão do Ronald McDonald ao Post-It, do homem Michelin a Xerox. Tanto mascotes como os logos formam cenários e protagonistas da história, totalizando mais de duas mil marcas presentes no filme.
A criação é do trio francês H5, que ganhou prêmio de Melhor Curta no Cannes Film Festival recentemente. O filme circulou por festivais de curtas e animação de diversas cidades, além de ter sua exibição programada na emissora francesa Canal + em 23 de outubro de 2009.
Já que citamos a máquina da felicidade feita pela Coca-cola, vamos voltar a falar de máquinas. Esta, além de divertir, ainda possui uma importância significativa, pois tem um apelo pró meio ambiente. Os vídeos fazem parte da campanha da Volkswagen chamada “The Fun Theory” ou Teoria da diversão. São três virais que incentivam a economia de energia elétrica e a jogar o lixo no lixo. Tudo isso, misturando a conscientização com diversão.
O primeiro viral produzido foi de um “jogo” semelhante a um fliperama, onde a diversão é jogar garrafas plásticas nos buracos com o objetivo de marcar pontos.
No segundo viral, as pessoas são motivadas a deixa a preguiça de lado para subir escadas comuns, ao invés de sempre usarem a rolante. A escadaria de um metrô foi transformada em teclas de um piano. A diversão é tanta, que as pessoas abandonaram a escada rolante para tocar o piano com os pés. Quem não quer ouvir o que seus passos podem tocar?
O terceiro viral produzido pela Volks chega a ser semelhante com o primeiro, já que a diversão é jogar lixo no cesto. Em uma lata, há um sensor que dispara um som semelhante a algo caindo no lixo. A diferença, porém, é que o som faz a pessoas acreditarem que a profundidade da lixeira é de 6m. Com a lixeira sem fim, a diversão é garantida.
A Coca-Cola se destaca nas propagandas super bem pensadas. A última sacada da marca acertou em cheio no viral: “Happiness Machine” ou “Máquina da felicidade”.
Um tanto quanto divertido, o viral garante um sorriso no rosto de quem assiste.
A última missão do grupo foi uma campanha para a marca Trident. No vídeo, seis atores entram em um supermercado e encenam um musical com frutas. Após o fim das coreografias, os atores continuam suas compras como se nada tivesse acontecido.
Outra missão ocorrida recentemente foi um passeio com “cachorros invisíveis”. Mais de 2.000 pessoas saíram às ruas com um brinquedo que simula uma coleira, mas sem cachorro, obviamente.
As repercussões foram inusitadas. Via- se pessoas tirando fotos, crianças curiosas passando a mão e até jogando ossos. Houve quem não levou no humor, como um dono de canil que colocou no local o seguinte aviso: “Se você não tem um cão de verdade, não toque a campainha”. O combinado era nunca revelar aos curiosos o que estava acontecendo.
O grupo começou em 2001 quando Charlie Todd, fundador do grupo, estava em um bar com alguns amigos. Lá, notaram a semelhança de Todd com um cantor americano chamado Ben Folds. Então, surgiu a ideia de se passar por ele. Após dar autógrafos, um de seus “comparsas” fingiu ser um suposto fã que tinha roubado o seu dinheiro. Após alguns minutos de tensão, Todd, digo, Ben, conseguiu a simpatia dos garçons e encerrou a noite bebendo de graça com seus amigos.
As missões são espalhadas pela internet através de emails e outras redes sociais. Todos os encontros são filmados e postados no YouTube.
Absurdamente inovadores, o grupo improvisa e cria virais incríveis. No site, você pode conferir todos os vídeos e textos. Qualquer um pode participar. Basta estar em Nova Yorque.