Conheça o Chatroulette
26 de fevereiro de 2010 ás 15:02Trazendo de volta a moda dos primórdios da internet, quando a diversão era entrar em salas de bate-papo para conversar com pessoas desconhecidas, um adolescente russo de 17 anos criou o Chatroulette.
O esquema é simples. Basta uma webcam, um microfone e o teclado. São pessoas aleatórias de qualquer parte do mundo e, como o nome já diz, é como uma roleta russa onde você não faz ideia do que vai acontecer. Se não gostou, pule pro próximo e assim vai. As surpresas são diversas. Pessoas fantasiadas, feias, bonitas, modelos e até gente pelada (o que não é novidade em chats).

Com apenas 3 meses de existência, a audiência do Chatroulette aumentou em números absurdos. Com a chegada no Brasil, provavelmente a moda só tende a aumentar, como qualquer rede social que chega por aqui.
Curtiu? Agora coragem e play!
ComenteTwitter pede água pro banco de dados
25 de fevereiro de 2010 ás 18:02Mas que Cassandra! Quantas twitadas você já deu? Mil? Duas mil? Dez mil? Bah… isso não é nada para um sistema de banco de dados parrudo processar em alguns segundos.
Imaginem agora que o Twitter recebe cerca de 50 milhões de tweets por dia. Bom… aí o papo já muda.
De fato, de aplicações web ninguém tem dó, e é por isso que o Twitter está buscando novas tecnologias de armazenamento de dados e abandonando o MySQL, que é a mesma tecnologia usada para armazenar este post aqui.
O MySQL é ótimo, duvidado por muitos, mas ótimo. É rápido, eficiente, estável e compacto… só que sua escalabilidade (capacidade de crescer rapidamente utilizando múltiplos servidores, por exemplo) não é das melhores que já foram inventadas.

Aí os caras do Facebook desenvolveram um negócio chamado Cassandra, que funciona em Java – que por sua vez é mais baixo nível, conversa melhor com o computador e por isso fica mais leve. Os caras do Twitter gostaram desta tecnologia e agora estão vendo de migrar tudo, o que vai dar um bocado de trabalho mas vai fazer a empresa crescer com mais conforto e economizar muito em infra-estrutura.
O Cassandra é NoSQL (não segue o padrão SQL de requisição), e faz parte de uma nova geração de bancos de dados que funcionam de maneira diferente e criados devido ao crescimento ignorante de armazenamento de dados que a web 2.0 exige.
Fonte: BR-Linux.
ComenteParabéns pro Apache!
25 de fevereiro de 2010 ás 17:02O Apache, servidor web que traz a você esta página aqui e a maioria das várias outras que tem por aí, ainda é um adolescente, mas um adolescente experiente e maduro que raramente, mas muito raramente falha por conta própria.
Responsável pelo ganha pão de muitos – inclusive da PontoCom – ele está aí firme, forte, estável e seguro. Registramos aqui nosso agradecimento à comunidade que o desenvolve, e desejamos muito sucesso!
Feliz 15 aninhos!

Diferenças entre o Internet Explorer 6 e qualquer outro navegador normal
24 de fevereiro de 2010 ás 13:02Esta imagem mostra muito bem o dilema de qualquer diagramador de CSS:
Pixels extras que surgem do além nas margens, ausência de transparência, falta de suporte à atributos básicos como margem mínima ou negativa… vixe maria! É duro…
Mesmo que consideremos que ninguém mais usa IE6 – ou os tais dos 10% da internet – temos essa horrível herança do Windows XP que aconteceu quando uma empresa negligenciou padrões abertos dos próprios criadores da web e deu um truque sujo no mercado, aproveitando a sua hegemonia para tentar cortar a concorrência.
Felizmente não foi o que aconteceu. Outros navegadores conseguiram se antepor e provar que vale a pena seguir os padrões. Com eles a navegação fica mais rápida, segura, simples e ética. Nada melhor que a prática para mostrar isso.
Daí não teve outro jeito, a tal empresa grandona e malvadona teve que adotar alguns – mas não todos – padrões para o Internet Explorer 7, o que já é “bonzinho”, mas ao nosso ver, ainda muito amador.
ComenteBrasil é campeão no lixo eletrônico
23 de fevereiro de 2010 ás 20:02O gráfico abaixo é uma péssima notícia e uma baita de uma contramão no setor de tecnologia brasileiro. Enquanto vemos muita inovação, novidadeiras e dispositivos cada vez mas poderosos, temos também um dos maiores índices de geração per capta de lixo eletrônico do mundo, e o maior entre os países emergentes.

Este dado pode ser encarada como melhoria do consumo, de condição de vida e acesso à tecnologia pelo brasileiro, mas a que preço temos este progresso? Para onde vai tudo isso?
Computadores, celulares e impressoras são saladas químicas com uma diversidade muito grande de produtos tóxicos à nós, aos animais, e a todo o resto do ambiente. Se não podemos organizar uma indústria para tirar proveito do mercado de reciclagem de computadores – que diga-se de passagem, é muito rentável – estamos no caminho certo do desenvolvimento tecnológico?
Repensar a internet como meio de diminuir o lixo tecnológico também é nosso papel. Codificar aplicativos mais rápidos e instituir práticas de uso mais eficazes e duradouras ajudarão a aumentar a vida útil dos computadores. Uma vez que uma parcela maior do que uma pessoa precisa é servido pela internet, bastarão sistemas operacionais mais leves para dar conta do recado.
Tudo isso, obviamente, não exclui a principal mudança que devemos sofrer: a de consciência enquanto consumidores.
Referência: Estadão – Brasil é o campeão do lixo eletrônico entre emergentes
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