86,3% dos consumidores confiam no e-commerce

18 de fevereiro de 2010 ás 13:02

As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de Confiança do e-Consumidor, aferido pelo Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

Ao todo foram consultadas mais de 1,4 milhão de pessoas de janeiro a dezembro do ano passado e a média satisfação revelada pelos pesquisados no que tange ao desempenho das lojas ficou em 86,3%. Durante os 12 meses houve uma variação máxima de 1,7 ponto percentual entre o menor (fevereiro – 85,59%) e o maior (agosto – 87,29%) Índice de Confiança do e-Consumidor.

O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade explica que a consolidação do estudo feito ao longo do ano revelou que o Comércio Eletrônico brasileiro tem um nível de aprovação junto ao consumidor superior ao de países onde o segmento é mais maduro, tais como os Estados Unidos, por exemplo. “A variação dos números que indicam satisfação foi muito pequena mesmo com o aumento do volume de transações em eventos sazonais e situações controversas, como greves de Operadores Logísticos, enchentes e outros imprevistos”, diz.

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) comemora a consolidação de sua previsão feita em novembro de que que a média de satisfação do ano ficaria acima dos 85%, padrão considerado pela Entidade como sendo de excelência para o varejo eletrônico. Nos Estados Unidos, por exemplo, onde a cultura de compras não presenciais é muito mais disseminada do que no Brasil, a média de satisfação é de 82%. Levando-se em conta toda a complexidade das compras pela Internet, principalmente num país com dimensões continentais como o Brasil, temos consciência de que é muito difícil alcançar patamares próximos a 80% de satisfação, por isso consideramos 85% um marco de eficiência para o segmento.

Somente no mês de dezembro foram pesquisadas 150.998 mil pessoas entre os dias 1 e 31, e o Índice de Confiança do e-Consumidor do mês do Natal fechou em 85,98% de satisfação. Neste período (15/11 a 24/12), foram movimentados R$ 1,6 bilhões em vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período de 2008, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25 bilhões.

Esse faturamento expressivo mostra que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras.

As lojas virtuais tiveram que se programar para atender todas as demandas. Sem uma estrutura e logística ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino. O volume de compras nessa época é intenso, já que as pessoas têm o hábito de dar muitos presentes, tanto para amigos, quanto para familiares. Por isso, um planejamento antecipado por parte das lojas é mais do que necessário para obter sucesso em datas como essas.

Nas pesquisas colhidas pára o Índice de Confiança do e-Consumidor as pessoas são estimuladas a expressar o nível de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

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Luis Justus
Diretor de Atendimento


Logorama

17 de fevereiro de 2010 ás 10:02

Com 17 minutos de duração, “Logorama” é um curta no estilo dos filmes de ação hollywoodianos, com perseguições, tiros, e os arquétipos de mocinhos, bandidos e alívios cômicos.
A diferença é que no lugar de pessoas, os personagens são logos. Marcas que vão do Ronald McDonald ao Post-It, do homem Michelin a Xerox. Tanto mascotes como os logos formam cenários e protagonistas da história, totalizando mais de duas mil marcas presentes no filme.
A criação é do trio francês H5, que ganhou prêmio de Melhor Curta no Cannes Film Festival recentemente. O filme agora circula por festivais de curtas e animação de diversas cidades, além de ter sua exibição programada na emissora francesa Canal + em 23 de outubro.

O curta Logorama foi indicado ao Oscar 2010. Com 17 minutos de duração, o curta bebe na fonte dos filmes de ação hollywoodianos, com perseguições, tiros, e os arquétipos de mocinhos, bandidos e alívios cômicos.

A diferença é que no lugar de pessoas, os personagens são logos. Sim, logos e personagens do mundo publicitário que vão do Ronald McDonald ao Post-It, do homem Michelin a Xerox. Tanto mascotes como os logos formam cenários e protagonistas da história, totalizando mais de duas mil marcas presentes no filme.

A criação é do trio francês H5, que ganhou prêmio de Melhor Curta no Cannes Film Festival recentemente. O filme circulou por festivais de curtas e animação de diversas cidades, além de ter sua exibição programada na emissora francesa Canal + em 23 de outubro de 2009.

Logorama – La vie des marques (teaser) from Materialiste Paris on Vimeo.

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Luis Justus
Diretor de Atendimento


Avatar sem o Linux não seria Avatar

16 de fevereiro de 2010 ás 02:02

wetadigital 470 Avatar sem o Linux não seria Avatar

Estrutura de datacenter da Weta Digital, empresa que renderizou Avatar usando Linux

Weta Digital, companhia responsável pelos efeitos especiais do filme “Avatar”, revelou alguns detalhes sobre os centros de dados que foram usados pela produção, que usou o Ubuntu como sistema operacional. Isso muito se deve ao fato de um sistema operacional GNU/Linux ser um sistema de alto rendimento quando dedicado a uma tarefa específica.

Segundo Paul Gunn, responsável pelos efeitos visuais do filme Avatar, a infraestrutura do centro de dados que tinha para implementar a Weta Digital para esta produção foi impressionante. Com uma matriz de armazenamento de até 2 Petabytes, uma conectividade de rede de 10 Gbps, teve mais de 4.000 computadores HP Blade, com cerca de 35.000 núcleos de processamento dentro do centro de dados e 104 tBytes de RAM no total, que ainda levou 48 horas para processar algumas seqüências de gráficos do filme.

O Ubuntu foi o sistema operacional de todo este desenvolvimento, e foi instalado em todos os nódulos de renderização e 90% dos PCs de mesa da Weta Digital. E isto permitiu gerar um filme em que cada minuto ocupa nada menos que 17,28 Gbytes de dados.

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Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


Novo Google Buzz

12 de fevereiro de 2010 ás 17:02

Dia 10 de fevereiro o Google anunciou o Buzz. Será que essa nova ferramenta, integrada ao GMail, poderá fazer frente ao Twitter?

Confira o vídeo de apresentação.

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Luis Justus
Diretor de Atendimento


The Fun Theory

11 de fevereiro de 2010 ás 10:02

Já que citamos a máquina da felicidade feita pela Coca-cola, vamos voltar a falar de máquinas. Esta, além de divertir, ainda possui uma importância significativa, pois tem um apelo pró meio ambiente. Os vídeos fazem parte da campanha da Volkswagen chamada “The Fun Theory” ou  Teoria da diversão. São três virais que incentivam a economia de energia elétrica e a jogar o lixo no lixo. Tudo isso, misturando a conscientização com diversão.

O primeiro viral produzido foi de um “jogo” semelhante a um fliperama, onde a diversão é jogar garrafas plásticas nos buracos com o objetivo de marcar pontos.

No segundo viral, as pessoas são motivadas a deixa a preguiça de lado para subir escadas comuns, ao invés de sempre usarem a rolante. A escadaria de um metrô foi transformada em teclas de um piano. A diversão é tanta, que as pessoas abandonaram a escada rolante para tocar o piano com os pés. Quem não quer ouvir o que seus passos podem tocar?

O terceiro viral produzido pela Volks chega a ser semelhante com o primeiro, já que a diversão é jogar lixo no cesto. Em uma lata, há um sensor que dispara um som semelhante a algo caindo no lixo. A diferença, porém, é que o som faz a pessoas acreditarem que a profundidade da lixeira é de 6m. Com a lixeira sem fim, a diversão é garantida.

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