Lixo

Brasil é campeão no lixo eletrônico

23 de fevereiro de 2010 ás 20:02

O gráfico abaixo é uma péssima notícia e uma baita de uma contramão no setor de tecnologia brasileiro. Enquanto vemos muita inovação, novidadeiras e dispositivos cada vez mas poderosos, temos também um dos maiores índices de geração per capta de lixo eletrônico do mundo, e o maior entre os países emergentes.

lixo Brasil é campeão no lixo eletrônico

Este dado pode ser encarada como melhoria do consumo, de condição de vida e acesso à tecnologia pelo brasileiro, mas a que preço temos este progresso? Para onde vai tudo isso?

Computadores, celulares e impressoras são saladas químicas com uma diversidade muito grande de produtos tóxicos à nós, aos animais, e a todo o resto do ambiente. Se não podemos organizar uma indústria para tirar proveito do mercado de reciclagem de computadores – que diga-se de passagem, é muito rentável – estamos no caminho certo do desenvolvimento tecnológico?

Repensar a internet como meio de diminuir o lixo tecnológico também é nosso papel. Codificar aplicativos mais rápidos e instituir práticas de uso mais eficazes e duradouras ajudarão a aumentar a vida útil dos computadores. Uma vez que uma parcela maior do que uma pessoa precisa é servido pela internet, bastarão sistemas operacionais mais leves para dar conta do recado.

Tudo isso, obviamente, não exclui a principal mudança que devemos sofrer: a de consciência enquanto consumidores.

Referência: Estadão – Brasil é o campeão do lixo eletrônico entre emergentes

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Interativo
Vinicius Massuchetto
Analista de Sistemas


The Fun Theory

11 de fevereiro de 2010 ás 10:02

Já que citamos a máquina da felicidade feita pela Coca-cola, vamos voltar a falar de máquinas. Esta, além de divertir, ainda possui uma importância significativa, pois tem um apelo pró meio ambiente. Os vídeos fazem parte da campanha da Volkswagen chamada “The Fun Theory” ou  Teoria da diversão. São três virais que incentivam a economia de energia elétrica e a jogar o lixo no lixo. Tudo isso, misturando a conscientização com diversão.

O primeiro viral produzido foi de um “jogo” semelhante a um fliperama, onde a diversão é jogar garrafas plásticas nos buracos com o objetivo de marcar pontos.

No segundo viral, as pessoas são motivadas a deixa a preguiça de lado para subir escadas comuns, ao invés de sempre usarem a rolante. A escadaria de um metrô foi transformada em teclas de um piano. A diversão é tanta, que as pessoas abandonaram a escada rolante para tocar o piano com os pés. Quem não quer ouvir o que seus passos podem tocar?

O terceiro viral produzido pela Volks chega a ser semelhante com o primeiro, já que a diversão é jogar lixo no cesto. Em uma lata, há um sensor que dispara um som semelhante a algo caindo no lixo. A diferença, porém, é que o som faz a pessoas acreditarem que a profundidade da lixeira é de 6m. Com a lixeira sem fim, a diversão é garantida.

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